Na companhia de preguiçosas horas
Sento-me na calçada da rua deserta.
Observo o fragmento de cada segundo,
Eles estão erguendo um novo passado.
Como uma criança turrona o sol insisti em não dormir
Seu ultimo ato é uma rubra lágrima que tingi toda a tarde.
Acariciando-me o rosto a brisa de uma saudade sem identidade
me convida para a sua cama.
Baseado nas intenções dessa brisa
Tendo reconstruir as lembranças da noite passada,
Elas foram irresponsavelmente rabiscadas pela embriaguez.
Ainda sinto nos lábios a pressão de outros lábios
E em todo meu eu tem o cheiro, tem o sabor, tem a temperatura de outro alguem.
Encontro-me dentro de uma estranha perfeição,
Onde não há pensamentos, não há imagens, não há corpo, não há nome, não há voz, só a leveza de um sentimento bom.
Reflexos
-
Dos pesadelos de Leena
“O Mal está em toda parte.”
Seu vestido era belíssimo, sem contar que conseguira comprar sapatos
adequados.
A festa apesar de diver...
5 dias atrás

